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Sinto falta daquilo que um dia pensei ter e hoje me passa despercebido sem que eu possa enfim saber, que nunca será dito, nem visto, nem quisto no real viver, porque a graça está na asa que não o deixa morrer, mesmo estando longe, ao longo, dos dedos que vão sempre tender... a pele casta, a alma vasta, ao béu prazer.
O amor tem dessas coisas impronunciáveis.
Boa noite, boa sorte.
Escrito por Talita, Tali, Táta, Tá às 00:16
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A-Present-Ação
Poderia ser Carambola ou Simples Assim, mas o sistema só aceitou o Intuindo. Título antigo para essas divagações que já não são mais as mesmas. Poemas de outrora já perderam o sentido, mas as palavras continuam absolutamente sentidas. Para quem não me conhece, muito prazer, eu sou alguém que mais uma vez escancara seu diário meio imaginário, meio real. Por que? Escrever é vital, compartilhar também, essa é uma forma de unir o insólito com o inevitável.
Um perfil?
Poeta sufocada pela jornalista Jornalista liberta pelas palavras Cineasta de meus dias Sequestradora profissional de amigos Leitora à mercê do acaso Frequentadora assídua do sem destino Amante das amoras (daquelas apaixonadas que destroem o objeto de seu desejo) Silenciosa por ideologia (melhor do que o silêncio só João Gilberto mesmo!) Inquieta por natureza Dançarina russa Devoradora de quadrinhos e docinhos Pecadora por opção
Mais?
Depois que o ócio me libertar.
Escrito por Talita, Tali, Táta, Tá às 20:10
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